
Um só momento, deixe-me ir.
Já não consigo ser pio em teu colo.
Na maior alegria, andar chorando?
Suas culpas já extinguem minhas razões.
Chega de exéquias cínicas.
De tão longe ilusão.
Outrora em laço estava.
Mas num lapso lânguido ficara.
Seu lume lúdico acaba de acabar.
O verso de min’alma reclama .
A culpa que fui um dia.
O que em passos largos se engana.
O que a vista movida a gana.
Ainda espera de uma farsa alegria.
Há! Não minto,
Como queria casear casacos.
Entoar canções.
E comprazer-lha de um amor inacabável
Simplesmente te ter.
Dói.
E meus versos que no mais são seus.
De maneira alguma ira fluir teu coração.
Cansado já estou.
No tal chorarei o que for preciso.
Para que num só sorriso.
Me livre por definitivo de tão demasiado amor.
Então, em só momento a sós.
Direi Adeus.
sábado, 28 de março de 2009
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