
Seguir a complexidade do tempo.
Mergulhar nas horas incessantes.
Mover a dor e o clamor do vento e sentir o batimento das horas.
Só um coração nômade pode explicar.
É fingir sentir e não adiantar.
É estar em pensamento.
Perder, correr, ganhar.
Esperar o momento e tentar.
Morre quando chegar.
È saber que mesmo no fim.
E mesmo que a mim.
As culpas me julguem.
As pessoas mudem e o mundo se curve.
O tempo nunca voltará.
A distância então servirá, só e somente só.
Como uma porta entre o passado e o presente.
E mesmo que amanheça e o sol desapareça.
O poeta que há em mim jamais morrerá.
sábado, 21 de março de 2009
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1 comentários:
pow valew... já sou um novo frequentador de tu blog amigo...
Belas palavras como sempre... um forte abraço, e espero logo te ver cara.... te cuida!!
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