

... Fecho os olhos e revivo os longos caminhos que corria em suas mãos, eles porém parecem ser sinônimos do tempo e da distância que tenho até encontrá-la. Deito no meu próprio colo e como se no teu estivesse, repouso em visões, salmos e cantos líricos, cantos de um sonho ido e de um amor vencido, forçado e derrotado pelo mais podre veneno.
Pouseram-me uma tampa, nada posso fazer, é incomun viver, cético e incrédulo compreendo, agora amor é só esperar que amanheça, só esperar que amanheça.
terça-feira, 9 de junho de 2009
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